Blog

Insights de gestão para você antecipar, assimilar e solucionar os seus desafios de negócio

Prêmio Educorp: Universidade Corporativa da EY engaja lideranças com novas tecnologias
Para disseminar o conhecimento, 85% dos recursos de treinamentos vão para profissionais a partir do cargo de gerente. Conheça este case de sucesso.

Conecte-se

[addthis tool=addthis_horizontal_follow_toolbox]

De olho no gap educacional do País, a Universidade Corporativa da EY – Ernest & Young foi criada há 11 anos.

 

A empresa entende que o fator-chave do sucesso é o protagonismo, ou seja, a responsabilidade do desenvolvimento de um profissional é dele próprio.

 

Sendo assim, a Universidade Corporativa é apenas uma ferramenta para apoiá-lo nessas tomadas de ação.

 

A empresa possui mais de 5 mil funcionários e 12 escritórios no Brasil.

 

Com base nisso, a EY investe forte em treinamento, uma média anual de 57 horas por profissional.

 

E 85% desse investimento é praticado em profissionais a partir do cargo de gerente.

 

O objetivo é que eles disseminem conhecimento, valor e experiências.

 

Para a EY, são eles que sustentam o negócio.

 

O projeto ficou em 2º lugar na categoria Universidade Corporativa do Prêmio Educorp 2018, entregue no final de julho pela Blueprintt.

 

Na semana passada, falamos sobre o case do Bradesco, que ocupou o 3º lugar.

 

Hoje vamos retomar nossa série de ganhadores com o projeto da EY.

 

Vem conhecer essa iniciativa.

 

Universidade Corporativa da EY

 

Totalmente conectada à estratégia do negócio, a Universidade Corporativa da EY é fundamentada em três pilares:

 

  • Foco na liderança de mercado;
  • Força global com ações locais;
  • Formação de equipes de alta performance.

 

Para esta última, a empresa considera alguns indicadores específicos.

 

Um deles é que 65% das crianças que hoje estão no ensino fundamental irão atuar no futuro em profissões ainda desconhecidas.

 

Então, a EY se perguntou: quais ações devem ser tomadas para preparar essas gerações?

 

Outro desafio da organização é reconhecer e motivar os facilitadores internos, com treinamentos de até 16 horas para melhorar suas técnicas de apresentação.

 

Em paralelo, são convidados instrutores que os apoiam nesta transformação educacional.

 

Em seu sistema de avaliação dos resultados, é proposto um estudo da aplicabilidade de impacto dessas ações.

 

Após três meses de iniciativas estratégicas educacionais e treinamentos presenciais, são realizadas pesquisas referentes ao trabalho e à produtividade desses colaboradores.

 

Nesse levantamento, é utilizada uma técnica de focus group com parte desse público.

 

A avaliação de impacto se trata de um piloto com demanda de urgência com gerentes no pipeline de liderança – acelerando o desenvolvimento deles em um programa de treinamento intensivo.

 

Ao final de dois anos, constatou-se o aumento de 42% na emissão e no fechamento de propostas por meio destes profissionais, comparado aos que não realizaram o treino.
 

 

Áreas de conhecimento

 

Segundo Renata Teixeira, gerente corporativa da EY, a empresa acredita que suas iniciativas precisam fazer sentido no negócio, impactando-o financeiramente de forma positiva.

 

Para tal, eles têm direcionado seus esforços na área digital, com profissionais especializados trabalhando de maneira direcionada para oferecer diversidade aos clientes.

 

Trata-se de modelos pedagógicos como Flipped Classroom e processos como Storytelling, Design Thinking e Microlearning.

 

Processos de curadoria e insights também são significativos para a organização.

 

Assim, foi criado um conjunto de ações que atendem de maneira diversificada a todos os seus profissionais. São eles:

 

  • Apresentações em vídeos sobre segurança cibernética;
  • Apresentações com profissionais externos do mercado que trazem pílulas de conhecimento;
  • Iniciativas com realidade virtual e aumentada.

 

Essas soluções educacionais vêm trazendo respostas mais efetivas.

 

Outra ação de sucesso da EY foi disseminada de forma global em novembro.

 

São programas regionais que permitiam que o funcionário tivesse as credenciais digitais da instituição.

Assim, poderia acessar à robótica, Data Analytics, Blockchain e outros compartilhamentos enriquecedores de conhecimento e inovação.

 

Para isso, era necessário que o profissional completasse três níveis dentro da empresa: o de treinamento, de experiência comprovada com cliente e de contribuição.

 

Como contribuição, entende-se ter realizado uma palestra, uma prática de coaching ou outra forma que disseminasse seu conhecimento com outros colaboradores.

 

Muitos profissionais na área de tecnologia buscaram acesso à esta oportunidade.

 

Academia de Liderança

 

Além dessas frentes, a EY também possui a Academia de Liderança.

 

Ela é focada nas competências locais, globais e na agilidade e adaptabilidade de seus líderes em formação.

 

Nessa frente, mais um desafio: como transformar líderes além do pilar educacional?

 

Atividades de responsabilidade social precisavam ser difundidas.

 

Então, visitas em ONGs, projetos de voluntariado e ações de Learning By Doing (aprender fazendo) se mostraram fundamentais nesse processo de formação.

 

Por fim, são realizados painéis de discussão dentro da Academia de Liderança.

 

O objetivo é trocar ideias sobre o desenvolvimento dos líderes, analisar que ações foram mais relevantes e estruturar novos planos de ações a serem executadas.

 

Essas ações vêm trazendo grandes resultados para a EY.

 

Aliás, o Armando Lourenzo, diretor da Universidade Corporativa da EY, escreveu no blog da Blueprintt sobre Como preparar a sua empresa para a Educação Corporativa 4.0.

 

Gostou da iniciativa?

 

Compartilhe conosco nos comentários.

Autor

Flávia Lima

Flávia Lima é jornalista pela PUC-SP e pós-graduada em Comunicação e Marketing pela ECA/USP. Possui ampla experiência como jornalista setorizada. Atualmente, é gerente de conteúdo da Blueprintt, responsável pelo planejamento de congressos corporativos nas áreas de RH Estratégico, Marketing e Tecnologia da Informação.