Reinvente o RH com um novo modelo operacional

O universo do RH se expande a cada ano, podemos considerar um movimento normal, uma vez que a forma de relação humana muda constantemente, novos meios de comunicação ditam as regras e as empresas que se atentarem a isso estão à frente das demais.

Contudo, desenvolver um novo modelo operacional não é uma tarefa simples. Muitas organizações apostam no modelo de Global Service por meio do Centro de Serviço Compartilhado para reestruturar a área e implantar um novo mindset.

A convite da Blueprintt, Luis Barreto, Gerente Sênior de folha de pagamento da Johnson & Johnson participou do evento Imersão em Operações de RH e compartilhou a jornada da empresa na transição da folha de pagamento para um CSC em um novo modelo operacional.

Dentre os temas abordados, Luis destacou alguns tópicos:

  • Transição ao CSC da J&J;
  • Desafios e lições aprendidas;
  • Próximos passos.

O Gerente Sênior abriu a palestra comentando sobre o processo utilizado na folha de pagamento. O workflow é estruturado por automações e ferramentas digitais.

“Para rodar uma folha de pagamento a gente tem diversas fontes de dados, então a gente tem por exemplo, uma fonte de dados é um sistema de recursos humanos, onde está registrado informações demográficas, endereço do funcionário, documentos, dependentes”, comenta Luis.

Luis explica que para outras tarefas também existem fontes de dados para organizar de forma digital a rotina do RH.

Algumas áreas são cruciais para a implantação de um novo modelo operacional para que o payroll funcione.

“Em folha de pagamentos ou a gente começa em outra área ou termina em outra área. É super importante o mapeamento dos stakeholders, alinhamento de SLA, para garantir harmonia”, diz Luis

Novo modelo operacional com base em Global Services

Global Service como mencionado é um conceito, mas pode ser uma área dentro da organização também. Existem alguns pilares dentro dessa premissa.

  • Global Finance;
  • Global Service Central;
  • Global Service Transfuncional.

“Tomou-se a decisão de trazer a folha de pagamento para o Centro de Serviço Compartilhado e foi uma decisão super acertada e conectada com o que vem sendo praticado no mercado como tendência”, explica o Gerente Sênior.

Dentro do ambiente de CSC, a cultura é um fator muito importante. São diferentes profissionais de áreas distintas que fazem com que a rotina seja dinâmica. A diversidade agrega muito valor aos processos demandados para a área.

Tudo começa com avaliação

Qualquer ação que a empresa venha a fazer, seja uma transformação de cultura global, lançamento de um novo produto, mudanças de processos, se inicia com avaliação. Mas que tipo de avaliação?

Qual objetivo da companhia, onde a empresa pretende chegar, o foco vai ser em produtividade ou somente em qualidade? Essas perguntas-chaves funcionam como reflexão para começar a avaliação.

No caso, se o foco for um novo modelo operacional, quais serão as premissas desse modelo? Esse modelo facilita a busca do seu objetivo? Avalie o cenário, colete o máximo de dados e transforme em indicadores.

“Um ponto interessante é entender o que é esperado da empresa? Na minha jornada eu tenho um ano e dez meses de folha e um dos desafios que eu tinha era fazer essa transformação. Algo básico foi entender da liderança o que era esperado, o que era a cultura da companhia”, completa Luis.

A citação da liderança merece um destaque, a comunicação sobre a expectativa da liderança com o projeto da área precisa estar alinhado. O executivo comprando a ideia e apoiando o modelo é meio caminho andado. O restante vai depender do planejamento, das ferramentas utilizadas, o alinhamento entre as áreas e a execução.

Conexão feita, a mudança de mindset é o próximo passo. Nesse momento a comunicação é fundamental na disseminação de um novo modelo operacional. Talvez seja o maior desafio, pois o condicionamento cognitivo é algo que se constrói com o tempo.

Contar com ajuda da tecnologia para facilitar a transição é a forma mais acessível e ágil. O jurídico também tem papel importante, dando o suporte necessário para que a empresa não corra maiores riscos.

Por fim, avaliar a capacidade de recurso. Considerando que ainda estamos em uma pandemia, onde a economia ficou muito fragilizada é imprescindível ponderar a questão de recursos e qual é o orçamento disponível para não comprometer o planejamento da companhia.

“Assessment é essencial, com base no assessment a gente define os pilares de trabalho, e com base nos pilares de trabalho a gente define o plano de ação”, finaliza Luis.

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