Promova uma experiência digital e única aos funcionários

experiência digital

O caminho para digitalizar os processos ddeuce vaughn jersey johnny manziel jersey johnny manziel jersey keyvone lee jersey deion sanders jersey brandon aiyuk jersey keyvone lee jersey johnny manziel jersey penn state jersey keyvone lee jersey fsu jersey penn state jersey custom ohio state jersey aiyuk jersey johnny manziel jersey e recrutamento e seleção até o desligamento do colaborador era algo inevitável, com o avanço das ferramentas tecnológicas e com a democratização ao acesso, a experiência digital faz parte do cotidiano das empresas.

Contudo, percalços durante a jornada devem e podem ser evitados. Por cominifalda vaquera el corte ingles asu football jersey manico basso 5 corde amazon xbox 360 freezing mi box s update batterie flachpol adapter air max 97 trainers summit white bleached desert sand breuning ringe långa jeanskjolar yeezy shoes for sale adidas solar boost sizing yeezy shoes for sale rochie plaja tricotata cu gauri bej rasoio anti irritazione t shirt gr 98 nta da pandemia causada pelo novo coronavírus, a transformação digital aconteceu de maneira forçada, de um dia para o outro o home office virou uma realidade e a inserção do digital acabou afastando os colaboradores, desumanizando e perdendo a conexão necessária com a rotina de atividades.

O desafio é grande, além do RH, todas as áreas são responsáveis por assegurar o engajamento e a satisfação dos colaboradores.

Anderson Hass, Gerente Sr. Employee Experience da Cogna Educação, participou do Programa Executivo de Imersão em Experiência do Colaborador para compartilhar a trajetória da empresa na promoção de uma experiência digital e única aos funcionários.

“Quando a gente fala sobre uma experiência digital única, a gente fala do visual, de ter um SSO (Single Sign On), onde as pessoas não precisem ter várias senhas, vários processos diferentes para fazer o login e conseguirem entrar na plataforma, a questão de dados, pois quanto mais a gente tem um único local, uma única experiência, melhores são seus dados e com isso é possível administrar melhor as informações e a integração de todos os sistemas, no mundo digital possui diversos sistemas e plataformas, tanto na vida pessoal como na vida profissional”, explica Anderson sobre os benefícios de apostar na experiência do colaborador.

O valor de proporcionar uma experiência agradável já é algo frequente em nossas vidas, as redes sociais impulsionaram isso de forma que integrações entre diversas plataformas aconteçam em uma mesma postagem. A foto na viagem é compartilhada em diferentes redes sociais, sendo possível acionar a plataforma de streaming para colocar uma música, que ajuda a passar a mensagem desejada no retrato.

Trazer esse conceito para dentro da organização é um acerto, além de ser dinâmico e funcional, os colaboradores já estão acostumados com esse processo. Tornar a vivência ímpar é um valor tão importante quanto um ótimo salário.

“A gente percebeu que nossos concorrentes não eram concorrentes tradicionais, na área de educação começaram a ser o Google, o Youtube, as plataformas digitais que estão aí disponibilizando conhecimento e conteúdo para todo mundo”, recorda Anderson.

O mindset sobre a nova concorrência surgiu em 2017 na Cogna e, para não ficar atrás, a companhia se baseou em três pilares como novo modelo de negócio:

Startups: velocidade na construção de novos produtos;

Colaborador: novas exigências e experiências;

Turnover: competição pelos melhores profissionais.

Experiência digital na prática

Logo de cara o primeiro desafio são as barreiras da aceitação, a cultura é fundamental nesse processo. Para o negócio mudar, as pessoas precisam mudar. Nesse caso específico, o RH precisa mudar skills e o mindset.

A curva começa na negação, passando pela raiva. Quando chega no momento de negociação, ou barganha, é o mais delicado. Essa etapa exige muita atenção, conceitos bem definidos a fim de rumar até a aceitação, para no fim, atingir o comprometimento necessário.

“A gente começou a olhar o colaborador como cliente, ter um RH com olhar de marketing, porque o marketing já vinha com uma pegada muito forte no digital, de ver as pessoas de outra forma, identificação de personas, começar a olhar o colaborador como persona, entender que as individualidades exigiam produtos e serviços diferenciados. Mapear a jornada, até então a gente não tinha esse trabalho de entender a jornada das pessoas, entender o início, meio e fim de cada processo, quais os pontos de contatos a gente poderia encontrar melhorias e olhar realmente para a experiência, tudo que a gente fazia e entender qual a experiência que as personas X, Y e Z tem com esse produto que eu estou lançando?, salientou Anderson sobre o processo de mudança.

A fala do Gerente sobre o processo de transformação é interessante, apesar dele abordar de forma mais genérica, cada empresa tem sua característica e é preciso respeitar. Impor a mudança digital apenas por ser tendência, sem entender a empresa é um erro.

Estruture a jornada criando um mapa para cada etapa, desde a atração, passando pelo onboarding, capacitação e desenvolvimento, avaliação e reconhecimento, até novos desafios, que podem ser dentro da própria empresa ou não. Trabalhar cada passo como único gera um engajamento e aumenta o senso de pertencimento do colaborador.

No mercado, diversas startups oferecem um serviço personalizado e focado em experiência digital aos funcionários, reúna o máximo de informação e dados, ouça os líderes e traga eles para a etapa de construção, aumentando a confiança no processo.

“Se a gente está falando de gente, de colaborador da empresa e a gente quer ser uma área que continua olhando para a necessidade do público interno e conexão com o negócio, temos que trabalhar mais UX, entender mais o que é isso e o que a gente pode utilizar de UX dentro da nossa rotina”, afirma Anderson sobre ferramentas digitais.

Conforme comentado, existem diversas ferramentas que podem suprir e atender a necessidade da organização, portanto, capacite os profissionais de RH com novas skills e principalmente, trabalhe o mindset.

Não presuma que você ou seu time saiba o que as pessoas desejam ou que elas esperam do produto. Trabalhe com números, pergunte, pesquise e mensure os dados para criar indicadores.

No Employee Experience Conference essa e outras dúvidas serão sanadas e para fazer parte é simples, clique aqui e inscreva-se. Esperamos você!

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