Trabalhe a inteligência emocional e ganhe um ambiente saudável

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Momentos de mudanças são complexos por si só, o novo gera medo, receio, preocupação pelo fato de ser desconhecido. Quando a mudança é inesperada essas sensações aumentam mais ainda, principalmente quando se trata de uma pandemia que afeta o mundo com uma doença viral.

Nessas horas, é preciso trabalhar a inteligência emocional para que os sentimentos ruins não controlem a mente. Gestores de diversas áreas empresariais estão encarando esse desafio, de manter a produção e o rendimento em dia, mantendo um bom nível de inteligência emocional do time.

A era digital é um marco na humanidade, a forma de consumo mudou assim como a relação interpessoal. No mundo onde tudo é fugaz e inconstante, criar laços e conexões se tornou uma espécie de cura.

A fim de entender melhor o poder cognitivo sobre as ações humanas, a Blueprintt convidou Chris Melchiades, Conselheira Consultiva e Especialista em Comportamento Humano para participar do evento Imersão em PMO.

Na palestra, Chris Melchiades abordou como os fatores emocionais interferem na tomada de decisão e como a neurociência pode ser uma aliada para os líderes de PMO criem um ambiente saudável, incentivando os times a manterem um nível de inteligência emocional.

“A gente só consegue trabalhar a inteligência emocional das pessoas que estão conosco, se a nossa inteligência emocional estiver trabalhada”, diz Chris na sua fala inicial.

Como administrar a inteligência emocional?

Conforme citado pela Especialista em Comportamento Humano, é preciso ter um autocontrole, saber gerenciar sua própria inteligência emocional para conseguir ajudar o time.

Existem ferramentas e diagnósticos que permitem a avaliação do nível de inteligência emocional em que você está, comparado a outros profissionais.

O primeiro passo para saber como gerenciar melhor a inteligência emocional é se reconhecer no espaço em que ocupa. Perguntas como: do que eu me dou conta? Para onde eu olho? Em que está a minha atenção? Gera uma reflexão importante.

“Dar-se conta de onde está a sua atenção é o primeiro passo. É muito importante para perceber do que é valor para você e do que você pode, por vezes, não perceber”, afirma Chris

Melchiades continua seu pensamento falando de três pilares importantes:

  • Ações;
  • Emoções;
  • Pensamentos.

Ela associa esses três pilares com um iceberg, onde a ponta são as ações, o meio é a emoção e o fundo são os pensamentos.

De acordo com Chris, ter pensamento rápido com respostas e comportamentos automatizados facilita em diversos pontos, contudo, diante de um movimento desigual que necessite diferentes comportamentos é preciso questionar os pensamentos.

Ou seja, momentos inesperados ou de alta complexidade exigem um alto grau de inteligência emocional para lidar com essas ocasiões.

Em algumas reuniões de projeto é comum que aconteçam debates e discordâncias. Quando chega a esse ponto o ideal é pausar e remarcar a reunião, segundo Melchiades, nesse momento o cérebro atinge o modo ataque e fuga, tornando o ambiente improdutivo.

“É importante você se dar conta de quão aflorado está aquela emoção em você, e se você percebe isso no seu time, corta exatamente naquele instante. Não é hora de continuar naquele tema, pode até ser uma ideia brilhante, mas se o sistema límbico foi acionado não é a melhor hora para decidir”, explica Chris.

Dois conceitos fazem parte desse momento de gerenciamento da inteligência emocional, Fixed Mindset e Growth Mindset.

Fixed Mindset: mentalidade fixa, acham que não são capazes de crescer e desenvolver sua inteligência, se mantendo acomodado. Aqui a crença é apenas de ser bom.

Growth Mindset: mentalidade de crescimento, apostam no desenvolvimento da própria inteligência, buscando mais conhecimento. Ser melhor em melhorar.

Perceber em você ou no time se há muita rigidez ou medo de falhar, quer dizer que a mentalidade fixa está ativada. Como mudar a chave? Fortaleça a segurança desse colaborador.

A comunicação não violenta ajuda muito a trabalhar em cooperação, onde a prática da comunicação eficaz e com empatia é aplicada.

Por fim, algumas dicas para driblar a pandemia emocional:

  1. Crie uma rotina;
  2. Estado de presença;
  3. Abasteça-se emocionalmente (bem-estar);
  4. Nomeie a emoção;
  5. Se adaptar e ressignificar (atenção ao foco);
  6. Seja um agente ativo.

Trabalhar a inteligência emocional é um trabalho desafiador, o sistema cognitivo recebe e acumula diversas informações, que nos remetem a algum tipo de lembrança ou emoção. Manter esse controle é fundamental para preservar a saúde mental e a produtividade no dia a dia.

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