Pílulas de conhecimento por meio de webséries

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Não é de hoje que o mundo corporativo se baseia nos layouts das plataformas digitais, seja de rede social ou de streaming, utilizando a ferramenta de forma estratégica para alavancar o negócio. Mas, nem sempre funcionou. Somente com o avanço da tecnologia foi possível aprimorar a plataforma e otimizar o uso dessa ferramenta.

A utilização dos layouts de plataformas que usamos no dia a dia para o entretenimento é uma saída sagaz e efetiva para as empresas que desejam aplicar o modelo no dia a dia, pois a popularização desses serviços e a vasta diversidade atingem praticamente todas as camadas da sociedade. Além dos colaboradores já estarem acostumados com o design e a funcionalidade, a plataforma traz um aspecto de gamificação, mexendo com o cognitivo e ajudando no desenvolvimento. A bola da vez são as plataformas de streaming com as pílulas de conhecimento por meio de webséries.

Contudo, só é possível dar esse passo se a organização tiver um aporte, um projeto para sustentar a ideia. Não basta simplesmente contratar um serviço e desenvolver o produto sem antes se perguntar o porquê dessa ação. É importante que essa jornada de educação corporativa por meios digitais esteja ligada à estratégia da empresa com base nos valores, visão e missão da empresa.

Karen Rodrigues, Coordenadora da Academia Corporativa da ALE Combustíveis convidada pela Blueprintt a participar do evento Imersão em E-learning comentou como a empresa desenvolveu a estratégia de educação digital inspirando-se na Netflix na distribuição de conteúdos para os colaboradores.

Como desenvolver as pílulas de conhecimento por meio de webséries?

Conforme comentado, para desenvolver um projeto dessa dimensão é preciso de um planejamento, uma estrutura. De acordo com Karen, a ALE Combustíveis já tinha essa preocupação de capacitar todos os colaboradores. No começo de forma presencial até o presente momento em que a empresa enxergou a oportunidade do digital.

Hoje, o formato utilizado para transmitir o conhecimento é por meio de webséries, com conteúdos mapeados e soluções pedagógicas. Oferecendo uma série de cursos multicanal, como “Como tornar o profissional classe ALE”, “Análise de combustíveis” e “Lubrificantes”.

“A gente queria dar uma revolucionada na nossa plataforma online, porque com o tempo a gente vai tendo essa necessidade de mudar essas soluções. A gente quis trazer então, um formato de Netflix”, aponta Karen.

Segundo a Coordenadora, além das webséries, outros conteúdos foram divididas em diferentes ações de multicanais:

  • Vídeo Gravado;
  • Pílula Educacional;
  • Infográfico;
  • Guia rápido;
  • Jogos e Vídeos animados;
  • Exercício de fixação;
  • Cartaz e Banner;
  • Mapa mental;
  • Apostila;
  • Avaliação.

É interessante destacar essa mescla de canais como ferramenta no engajamento, pois, nem sempre uma ação se adequa a um tipo específico de divulgação. Nisso, a comunicação interna tem papel fundamental estrategicamente falando. Todos os meios informativos devem ser trabalhados com o pessoal de comunicação ou pelo menos, solicitar uma consulta.

Isso não quer dizer que a empresa não possa colocar tudo na mesma plataforma, separando cada ação com a sua ferramenta. Transforma em uma rede social da empresa, por exemplo.

Ainda sobre o exemplo da ALE combustíveis, eles fizeram um estudo de perfil para aplicar cada pílula de conhecimento na websérie. Então, o vendedor de pista (considerada a temporada 1) terá acesso ao menu que contém: 4 passos para o atendimento, padrão ALE de vendas e clube ALE.

Separar os conteúdos com “temporadas” como uma série é uma sacada importante, de forma indireta a empresa consegue reunir dados e indicadores sobre o desempenho e a utilização da ferramenta sem a tradicional pesquisa de satisfação.

“De forma que a gente consiga fazer uma jornada de todos os temas que ele (colaborador) precisa entender do negócio, mas em formato de temporada”, ressalta Karen sobre o funcionamento da websérie.

Apostar em mídias digitais como ferramentas de desenvolvimento não é apenas uma moda, ou seguir a tendência. Essas ações são reflexos do mercado. Segundo o Spotify, o Brasil é o segundo maior mercado de podcasts no mundo, ficando atrás apenas dos EUA. O consumo aumento em 67% no país, de acordo com o Deezer.

Esses números são como mina de ouro para o mundo corporativo, a chance de adesão desses modelos para uso interno é grande. Talvez a revista interna seja substituída pelo podcast.

O comunicado por e-mail pode ser trocado por um post na rede social interna. São as mudanças que ditam o caminhar da empresa, pois na vida particular de cada funcionário, esses hábitos já se tornaram costume.

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