Tendências microlearning e o alto poder de retenção

microlearning
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp

Dentro de um planejamento estratégico bem estruturado, existem diversos planos de ações específicos para cada segmento de atuação da empresa. A organização pode optar por centralizar os processos ou adequar de acordo com cada área, o mais importante nesse caso é seguir o propósito da companhia, o alicerce que sustenta a marca para o mercado.

Hoje, por exemplo, a metodologia ágil é dominante dentro das organizações, não por modismo, e sim por necessidade. E dentro dessa metodologia é possível trabalhar de formas variadas de acordo com o público alvo. Pensando no segmento de varejo, lojas e mercados o turnover é visto como algo normal, mas fato é que para instituição isso não é nada bom, e dessa forma surge o microlearning, estratégia para engajar e melhorar o poder de retenção dos colaboradores de forma rápida, dinâmica e didática.

Se pensarmos que tradicionalmente um processo seletivo dura cerca de um dia e meio para “habilitar” o candidato e introduzir ele a empresa, para nunca mais tocar nesse assunto durante a jornada dele dentro da empresa, é fácil de compreender o alto número de turnover. O tempo e a forma de aprendizagem não é mais a mesma, escolher por um treinamento contínuo, digital e ágil é a melhor escolha.

O que é Microlearning?

É um método de aprendizagem EAD, eficaz e rápido. Com o microlearning é possível criar conteúdos curtos e segmentados, com o objetivo de tornar o dia a dia mais dinâmico para o público interno;

“A gente percebia também que a maioria do público prefere ter autonomia na escolha, poder escolher de fato o que quer aprender (…) Não é porque a pessoa hoje está atendendo no caixa que ela não pode, por exemplo, fazer a trilha (curso) de consultora de moda do provador, mas ela pode fazer”, comenta Luiza Martinez, Gerente de Educação Corporativa, Desenvolvimento e Diversidade da C&A Brasil.

A fala da Luiza é importante para salientar que a educação corporativa como conceito ajuda os gestores a revisarem a forma de como passar as informações, melhorando inclusive a capacitação de todos.

Conhecer o público ajuda muito na estratégia para desenvolver conteúdos visando a aderência dos colaboradores.

O microlearning é uma causa da transformação digital e cultural, essa mudança não tem volta. Entender as gerações que estão chegando para o mercado de trabalho faz total diferença no momento em que a empresa irá desenvolver a plataforma.

Ainda dentro do exemplo de RH, faz mais sentido hoje, investir em uma ferramenta mobile do que o tradicional Power Point, o interesse e engajamento dentro desse modelo tradicional não será o mesmo e a aceitação talvez não corresponda à expectativa de ambos os lados, candidato e empregador,

4 atributos diferenciais do microlearning:

  • Melhor compreensão;
  • Disponibilidade (sempre nas mãos);
  • Conteúdos atualizados;
  • Treinamentos individuais.

Adeque a plataforma de acordo com o público

Dentro do exercício de conhecer melhor o público interno, a primeira distinção é compreender que o dia a dia do escritório é diferente de quem está na operação, A empresa que for desenvolver as plataformas precisa do máximo de informações a fim de entregar o melhor produto.

De acordo com Luiza, algumas estratégias são indispensáveis no conceito da plataforma:

  1. Cliente interno é o foco;
  2. Cursos e treinamentos bem definidos (Soft e Hard Skills);
  3. Inovação (metodologia);
  4. Experiências de aprendizagens.

Conforme já citado no artigo, a abordagem e o relacionamento mudaram muito nos últimos anos, a empresa que oferecer as melhores experiências durante toda a jornada do colaborador durante a passagem dele na organização será bem falada no mercado, nas redes sociais e, por consequência, a marca ganha seja em atração ou em vendas.

Ainda que não seja tangível, através da plataforma é possível de forma indireta, analisar o desempenho dos colaboradores ao final de uma tarefa conforme a atualização do aplicativo. É uma forma discreta de avaliar tanto o desenvolvimento do colaborador como a experiência dele dentro da plataforma.

A liderança é parte fundamental para que o microlearning funcione. Além de participar de todos os cursos e tarefas, o líder possui um papel de coaching para os demais funcionários. Auxiliando nas tarefas, acompanhando as metas para alcançar os objetivos.

“Não ter que ter mais treinamento ‘passa a tela’, é preciso ter treinamento ativo do lado do aluno (funcionário)”, diz Luiza sobre as ferramentas dos gerentes com foco na interação.

Venha fazer parte do Programa Executivo em E-Learning! Fique por dentro das novidades acessando nosso site e nossas redes sociais. Clique aqui para maiores informações.

Sobre o autor

Artigos relacionados

Estratégias baseadas em grandes ideias vencem

Cadastre-se para receber mais artigos como este e domine sua função

Usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência com nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdos de seu interesse. Ao continuar navegando, você concorda com tal monitoramento. Para mais informações, clique aqui.

IMERSÃO EM  E-LEARNING
Condições especiais por tempo limitado. Apenas 35 vagas disponíveis