Processo end-to-end: saiba como aplicar e agregar valor ao CSC

Processo end-to-end
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A estratégia end-to-end, ou em português, de ponta a ponta, é uma técnica de gestão que visa conectar todos os processos. A empresa pode aplicar de forma geral ou segmentada por setores. Ela possibilita uma visão 360º dos processos, além de controlar tudo que está sendo feito do começo ao fim.

E como o processo end-to-end pode ser útil no RH? É de conhecimento de todos que vivenciam o universo corporativo que o Recursos Humanos é um setor com inúmeros processos, muitas vezes a área é desmembrada para dar conta de todos os itens.

Por isso, implementar o end-to-end como processo é uma maneira eficaz de organizar a estrutura da área e dos serviços realizados.

A fim de organizar e tornar o dia a dia mais ágil, o processo end-to-end tem como objetivo estruturar um grande ciclo de cooperação e garantir a eficiência dos serviços.

Mapeamento dos processos end-to-end no RH

Para estruturar esse processo no RH, algumas premissas são necessárias para que o fluxo corra bem. Podemos separar em duas partes: a primeira é sobre os processos da área e a segunda fala sobre o público interno.

O mapeamento tem que ser claro e funcional desde o primeiro ato, o recrutamento de pessoas, passando por benefícios, promoções, contas a pagar e a receber até o desligamento. E fazer isso da maneira mais linear possível é o grande desafio, mas com um onboarding bem estruturado, realizando a integração entre as áreas, o CSC é capaz de oferecer uma adaptação mais tranquila em todos os passos da jornada.

Com intuito de conhecer os colaboradores, o CSC deve utilizar o end-to-end. Então, realizar um diagnóstico sobre seu público interno, fazer uma pesquisa demográfica na empresa, conhecer a persona de cada área e como ela se comunica, são fatores preponderantes para chegar em indicadores que possibilitará mudanças efetivas no dia a dia da organização.

Existem duas possibilidades para colocar isso em prática, ou a empresa opta por uma consultoria externa que irá avaliar e mostrar o caminho ou capacita os funcionários para desempenhar essas funções.

Alguns recursos como o Power B.I ajudam na capacitação do CSC de RH. Conhecimentos de ferramentas de estratégias, de análise de causa e raiz e a utilização de mecanismos de controle da qualidade são imprescindíveis para o profissional que deseja seguir na área.

“Não adianta ter os dados se você não consegue fazer uma análise de estratégia”, destacou Thais Falqueto, Diretora de Operação do RH da Localiza na última edição do Programa Executivo de Imersão em Shared Services.

A palestrante também mencionou que para melhorar a experiência dos colaboradores o digital é o caminho a ser perseguido. Dentro do setor, três squads (equipes), como eles denominam, são voltados aos produtos de RH:

  • Produto para controle de jornada;
  • Problemas do dia a dia;
  • Recrutamento e seleção.

Como mensurar o desempenho do processo end-to-end no RH

Implementação estabelecida, chegou a hora de divulgar os resultados, mostrar na prática o efeito da aplicação do end-to-end. A comunicação é uma aliada nesse quesito, então, é preciso dar atenção a como o funcionário está recebendo as informações e qual plataforma será utilizada, seja um comunicado ou uma ação de endomarketing.

Esses dados geram indicadores de todos os processos executados. A partir disso, o RH consegue fazer a divulgação através de reuniões de resultados, comitês de experiência do colaborador e, caso tenha necessidade, formar um grupo focal para uma situação mais específica.

Um ponto que os gestores de CSC de RH devem prestar atenção ao implementar o processo end-to-end, é a satisfação pessoal do colaborador. O resultado corporativo muitas vezes é alcançado, assim como o burocrático da área, como: redução de custos ou diminuição do SLA. Porém, é função do CSC tornar o processo mais agradável. Fazer com que o público interno seja protagonista é a chave para o sucesso.

Trabalho remoto e o end-to-end

Com a pandemia do novo coronavírus, muitas empresas aderiram ao home office recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no início de 2020 que persiste até o momento. E como lidar com esse desafio? De acordo com Thais, foi um desafio que se tornou uma oportunidade. Ela avalia essa mudança como positiva e planeja manter após a chegada da vacina.

Quer continuar aprendendo sobre o assunto e trocar experiências com outros profissionais da área? Então inscreva-se para a 2ª turma do Programa Executivo de Imersão em Shared Services. Acesse o site e conheça a programação.

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