Saiba como fazer um mapa de experiência do funcionário

mapa de experiência do funcionário
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A partir do momento em que as empresas compreenderam que a relação com os stakeholders mudou, sejam eles fornecedores, consultores ou funcionários, abriu-se um mundo de oportunidades para melhorar o desempenho das atividades, possibilitando um ambiente mais amigável no dia a dia. Uma dessas oportunidades é o mapa de experiência do funcionário.

A evolução das tecnologias tem uma relação muito forte com essa mudança de comportamento. A experiência em adquirir um produto ou serviço que facilite e atenda as necessidades dos clientes está deixando de ser apenas um modelo disruptivo e passando para uma prática obrigatória e de sobrevivência para o negócio. Pensando internamente, o conceito de employee experience é quem leva as empresas para a transformação tendo o colaborador como ponto central das atividades.

Mas, afinal, o que é o mapa de experiência do funcionário? Como implantar? Tendo em vista que a dispersão geográfica é um desafio e levando em conta que a implementação do employee experience é algo relativamente novo nas empresas.

Leia até o final para sanar todas as dúvidas.

Como fazer um mapa de experiência do funcionário?

Três premissas são essenciais para o início do projeto, embasadas por Jacob Morgan, autor de The Employee Experience Advantage.

  1. Ambiente Cultural;
  2. Ambiente Tecnológico;
  3. Ambiente Físico;

Ambiente físico: convidativo para trazer amigos e visitantes, ser flexível, os valores da companhia refletidos no dia a dia e múltiplas opções de locais de trabalho.

Ambiente tecnológico: todos devem ter acesso disponível, plataforma com familiaridade e equalizar as necessidades dos colaboradores x necessidades do negócio.

Ambiente cultural: visão positiva, valorização, legitimidade do senso de propósito, senso de pertencimento do time, inclusão e diversidade, cultura de aprendizado, dedicar atenção à saúde mental e física dos funcionários, tratamento justo e liderança com papel de mentores.

Diante desses pilares é possível definir alguns passos, como o ciclo de vida do funcionário.

  • Atração;
  • Recrutamento;
  • Onboarding;
  • Desenvolvimento;
  • Retenção;
  • Transição.

Essas seis etapas definem, de modo geral, a passagem do colaborador pela empresa e a partir delas o mapa de experiência do funcionário começa a se formar.

Entender todas as “personas” é imprescindível, pois a experiência de um gestor de fábrica é diferente do gestor de escritório, logo, dos funcionários também são. Pesquisas sensoriais e qualitativas ajudam a entender cada público e como inseri-los dentro da nova cultura.

Na última edição da Employee Experience Conference a Blueprintt contou com a participação de Vinícius Riqueto de Oliveira, Especialista em Comunicação e Experiência do Funcionário da Cargill.

O palestrante comentou sobre a jornada da inserção do mapa de experiência do funcionário dentro da empresa, os desafios, benefícios, com base em diagnósticos internos e análises de dados.

“A gente fez um híbrido de ideias de melhores práticas e o que a gente fazia dentro de casa como melhores práticas. A princípio a gente fez com o time de recursos humanos. Com base nas entrevistas dos funcionários, nós entendemos como foi a primeira experiência com o nome Cargill, o que eles sabiam e o que eles sabiam sobre a empresa. Isso é interessante, porque de acordo com cada grupo de ‘personas’ surgiram experiências como na faculdade, eventos de recrutamentos”, comenta Vinícius sobre o processo de atração e integração.

Uma situação interessante a se pensar é como a experiência de cada colaborador, no que tange a relação com gestor é única, para alguns pode ser boa e para outros nem tanto, Isso tem a ver com o papel do gestor e não especificamente com o funcionário. Dentro do mapa de experiência, a liderança representa mais do que tomar decisões, precisa orientar e inspirar as pessoas.

Após a análise de cada etapa, reúna todos os insights e feedbacks a fim de consolidar ações para o plano estratégico e atividades para os próximos anos ou semestres.

“Não necessariamente as ações de employee experience estão dentro do campo em que o profissional de recursos humanos é owner. A área de employee experience tem um papel essencial na influência e no empoderamento de pessoas para poder trabalhar”, afirma o Especialista.

Esse depoimento é crucial para que os outros gestores entendam que eles são agentes importantes na disseminação do projeto de mapa de experiência do funcionário.

Encontre no mercado a tecnologia que se enquadra melhor com o propósito da ação, uma solução que muitas empresas adotaram foi a plataforma interna, customizada para os funcionários. Podendo acessar a qualquer hora do dia e em qualquer lugar com diversas funcionalidades.

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