Saiba como a liderança ágil torna seu negócio mais competitivo

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Diante de tantas transformações que cercam o mundo empresarial, a saída que muitos executivos e gestores encontraram para se adaptar e melhorar o desempenho profissional e financeiro é o modelo ágil, seja no planejamento, processos e na forma de pensar. Olhando dessa maneira parece uma mudança simples, quando na verdade o adjetivo que mais se encaixa é: desafio.

Era questão de tempo para que a alta tecnologia tivesse protagonismo no planejamento das companhias e, a partir dessa intervenção, profissionais que ainda não estavam cientes disso, presenciaram uma chuva de novos conceitos que dominou diversos segmentos e mercados.

As interrogações começaram a surgir, o tempo passando e os resultados caindo. Para vencer ou, em alguns casos, sobreviver, é preciso ser adaptável para trabalhar de maneira ágil. Como a maioria das mudanças precisam de apoio da alta cúpula, nada mais racional que investir na liderança ágil para continuar a evolução e tornar a empresa mais competitiva.

A convite da Blueprintt, Alberto Pezeiro, Sócio-Fundador e Presidente da Seta, participou da última edição do HR Summit com o objetivo de compartilhar a experiência da empresa ao aplicar o conceito de liderança ágil.

“O modelo que a Seta vem adotando desde então é o modelo ‘evolucionário’. É um modelo que respeita a cultura que existe dentro da organização. Afinal de contas, a gente precisa respeitar o sucesso, o trabalho das pessoas que trouxeram sua organização até o ponto em que ela está hoje, mas não dá para fechar os olhos para a transformação que está acontecendo no mundo”, diz Alberto.

A sua fala de abertura confirma a tese de evolução e o dinamismo que se tornou o mercado.

Segundo Alberto, outro ponto fundamental para que o planejamento aconteça da forma esperada é a formação de líderes capazes de tirar o melhor do atual negócio e das mudanças.

Por que trazer a mentalidade ágil para dentro da empresa?

Durante muito tempo os processos dentro das organizações se assemelhavam ao modelo com base em três premissas: ordenados, estruturados e previsíveis. Os processos funcionavam espelhados nesse princípio.

Acontece que nos últimos anos esse modelo que guiava os processos ficou ultrapassado, graças a configuração do mercado que se alterou durante o tempo.
De acordo com Alberto, o mundo corporativo por muito tempo preparou os líderes com o conceito de “mundo complicado”, que consiste em pontos como:

  • Previsões podem ser feitas;
  • Relações de causa e efeito podem ser estabelecidas;
  • Pode ser aperfeiçoado com planejamento e análise;
  • Experiência técnica e disciplina.

Contudo, essa compreensão não cabe nos dias atuais, hoje o que se espera de uma liderança ágil é a capacidade de adaptabilidade, autonomia e responsabilidades e uma relação mais humanizada.

A filosofia ágil contém valores que permeiam e ajudam na compreensão, são eles:

  • Indivíduos e interações perante o processo e ferramentas;
  • Produto funcional mediante documentação compreensiva;
  • Colaboração com cliente na negociação de contratos;
  • Resposta à mudança para seguir um plano.

Desenvolvedores de softwares e a área de produtos devem ter esses valores estabelecidos para a criação de novos projetos.

“Esse modelo que surgiu para desenvolver softwares faz muito sentido no momento em que as organizações estão passando para eu levar em outras áreas da empresa”, ressalta Alberto.

Liderança ágil: falhe rápido, logo e pequeno para acertar grande

Ao invés dos modelos tradicionais de projetos em que grandes planejamentos e a mitigação de riscos são a prioridade, no conceito de liderança ágil vale mais a pena trabalhar em ciclos mais curtos. O aprendizado é mais rápido, logo os resultados aparecem com mais frequência também.

Uma das vantagens de trabalhar com uma etapa mais curta é o ganho constante de feedback do cliente. Essa tomada de decisão agrega valor ao projeto pela troca de ideia, para que nos próximos o know-how ajude a equipe a cortar caminhos.

Fazendo uma analogia, antes o projeto escalava uma montanha longa e sozinho, hoje, através da mentalidade ágil, é possível subir degrau a degrau (ciclos curtos de até três semanas), construindo junto com o cliente.

“Muitas empresas vêm substituindo modelos tradicionais de plano de ação pelo quadro Kanban. No quadro você tem as tarefas, por exemplo, que precisam ser realizadas por uma área, por um gestor de projetos e você consegue identificar de forma visual quais foram as tarefas realizadas, quais tarefas em progresso e quais são as tarefas que aquele grupo precisa fazer”, afirma o Presidente da Seta sobre o fluxo a fim de garantir uma distribuição equilibrada de trabalho.

A Seta parte de algumas práticas para trabalhar o desenvolvimento de habilidades ágil, seja no comportamento ou nos processos.

  1. Propósito evolucionário;
  2. Integralidade (Wholeness);
  3. Equipes autogerenciáveis.

Equipes autogerenciáveis

Como citado no artigo, a autonomia é um fator preponderante na mentalidade ágil. Ainda mais com o home office e o teletrabalho estabelecidos. Assim como no passado, o papel do líder continua direcionando o que a equipe deve fazer, com a diferença que é preciso dar um nível de liberdade muito maior.

Ou seja, a liderança diz o que deve ser feito, mas a equipe decide como será realizada a ação. Isso gera engajamento para empresa, senso de pertencimento e confiança para as áreas.

Perguntas do tipo: Como posso ser mais produtivo trabalhando em equipe? Como podemos trabalhar cada vez melhor? Serão cada vez mais comuns nas reuniões.

Integralidade (Wholeness)

Valores pessoais são a chave nesse ponto. O modo como nos relacionamos mudou muito nos últimos anos. Hoje, viver a experiência conta muito em qualquer área da vida. É uma das premissas da mentalidade ágil valorizar o lado humano, tendo em vista que por muito tempo dentro das empresas, somente o lado “profissional” importou.

Na contratação de um candidato ou na promoção de um colaborador, conhecer a pessoa além do número de registro no sistema tem muito valor para o mercado de trabalho. As empresas que seguem esse caminho têm grandes chances de contar com uma pessoa mais feliz no ambiente de trabalho.

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