Experiência dos funcionários: saiba como transformar completamente

Experiência dos funcionários
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Através do conceito de employee experience é possível ter uma conexão com quatro pilares para melhorar a experiência do funcionário: tornar a empresa mais centrada no cliente interno, inovar o engajamento dos funcionários, encontrar soluções mais sustentáveis a partir de diferentes perspectivas e inclusão.

Tiago Betti, Líder de Inclusão, Diversidade e Employee Experience Latam da Dow, comenta como foi o processo de transformação da experiência dos funcionários na empresa.

Segundo o líder, employee experience nada mais é que o conjunto de todas as experiências e todas as vivências que os funcionários têm, desde a atração, ou seja, antes dele entrar a empresa já está prestando atenção no candidato, impactando-o através do onboarding.

E a partir do momento em que a pessoa é contratada todo o trabalho é direcionado para onboarding, para o engajamento dentro da sua área funcional, dentro do seu time.

As oportunidades de desenvolvimento que o colaborador terá acesso ao longo da carreira,, a gestão da performance, os feedbacks, enfim, toda a vida útil do funcionário dentro da empresa faz parte da experiência dos funcionários para a Dow.

Hoje, esse tipo de relação se tornou um valor muito claro para as empresas, ainda que, historicamente, sempre tenham sido as pessoas as verdadeiras responsáveis pelo sucesso, pelo simples fato delas estarem lá, executando a atividade, ainda assim, a relação entre empresa e empregado era naturalizada pela obrigação ou necessidade.

Ao passar dos anos, é natural e esperado que a evolução nesse relacionamento aconteça. Alguns gestores ainda não entenderam o impacto positivo que é mudar o modo de enxergar os colaboradores dentro da organização.

Tiago fala do começo do employee experience dentro a Dow.

Em 2017 quando um grupo de funcionários se reuniram e enxergaram um gap para discutir oportunidades que eles sentiam na época de áreas que tinham potencial de ser melhor, áreas que poderiam tomar ações afirmativas a fim de impactar as vidas das pessoas e as experiências dos funcionários.

De acordo com o gestor, foi um movimento que aconteceu de baixo para cima, a partir de um grupo de colaboradores que se mobilizaram para gerar uma mudança dentro da companhia.

Primeiro objetivo para transformar a experiência do funcionário

  • Movimento de funcionários para funcionários;
  • Funcionários empoderados na promoção das mudanças;
  • Conectar a liderança com toda a organização;
  • Capturar o feedback dos colaboradores;
  • Despertar o senso de protagonismo;
  • Transformação cultural contínua.

Employee experience para a Dow é uma ação que toca todo mundo e não é uma coisa hierarquizada, mas sim algo em que todos têm voz e podem pode participar.

Fica bem claro com o propósito inicial a ousadia da Dow em transformar de fato o ambiente. Uma vez que essa oportunidade de mudança é identificada são necessárias algumas validações, portanto, a liderança tem papel fundamental para que todos os objetivos sejam alcançados.

Os diretores e executivos empoderando todas essas falas, por mais que seja uma jornada de funcionário para funcionário, tem um peso muito grande para os demais colaboradores e para trazer novas ideias e soluções.

Betti ressalta que a partir do momento que a empresa implementa employee experience a mudança cultural que se faz dia após dia, é preciso ter esse trabalho de mudança de mindset. Não adianta ter somente um grupo específico engajado e envolvido sem que a liderança e outros funcionários não entendam o valor do que está sendo desenvolvido. O processo de transformação cultural é muito importante e contínuo.

Afinal, o que pode ser considerado Employee Experience (EX)?

Na Dow, considera-se EX os seguintes quesitos:

  • Moldado por todos os funcionários;
  • Um facilitador de CX e crescimento de negócios;
  • Impactante para toda a empresa;
  • É uma jornada;
  • Fator-chave para tomada de decisões;
  • Baseados em fatos e dados.

Segundo a empresa, eles não consideram:

  • Um movimento de cima para baixo;
  • Uma iniciativa de curto prazo;
  • Um pensamento aleatório;
  • Impulsionado pela percepção.

Diante desses aspectos, um tópico de cada exemplo chama atenção “baseado em fatos e dados” e “ não ser impulsionado pela percepção”. Isso traz o conceito do digital para o processo.

O banco de dados é um ativo crucial para as organizações, ainda que não se reverta diretamente em lucro, é uma ferramenta que proporciona inúmeras possibilidades, sejam internas ou externas.

“O meu papel é justamente traduzir a estratégia global dentro da geografia, dentro dos países que eu sou responsável, sempre respeitando questões culturais, linguísticas e o momento de cada país”, afirma Tiago.

Lembre-se que em EX, a experiência do funcionário é pessoal, impactada por tudo que a empresa faz e todos têm um papel a desempenhar.

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