Os principais desafios das Relações Institucionais

Desafios das Relações Institucionais
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Função muito conhecida pelo âmbito público e governamental, as Relações Institucionais também fazem parte do universo corporativo, suas principais demandas estão ligadas ao desenvolvimento de projetos de setores.

A prática de R.I é aquela por meio da qual os agentes sociais e econômicos são impactados pelas propostas do Legislativo, Executivo, Terceiro Setor, entre outros com o intuito de mitigar riscos e melhorar a forma de atuação com boas práticas de compliance oferecendo um modelo de negócio mais equilibrado.

Para isso é fundamental mostrar fatos, informações e dados importantes visando um melhor entendimento do mundo corporativo com o propósito de medir a repercussão do Legislativo ou das políticas públicas.

Em um momento de crise se faz necessário ter um profissional atualizado para conseguir parcerias e melhorar a imagem da empresa, fortalecendo o relacionamento para debater as necessidades do setor. Afinal, ele é o representante dessa “sociedade” que habita a empresa.

Como elaborar uma estratégia para superar os desafios das relações institucionais?

Uma possibilidade é apostar nas práticas de compliance, pois não são regras imutáveis, pelo contrário, elas se adequam a realidade de cada empresa. Isso é muito importante onde o cenário econômico é instável.

O conceito dessa prática possui alguns princípios, como ética e transparência, reputação da marca e governança corporativa. Logo, ela toma um papel estratégico na organização.

A comunicação interna é um agente importante para o sucesso da área de Relações Institucionais, como podemos notar, os princípios são bem definidos e para a sua disseminação, a comunicação e suas ferramentas são fundamentais para transformar essa visão em cultura.

Passa pela estratégia capacitar as áreas que necessitem de boas práticas de compliance em todas as esferas de regulamentação. Um código de conduta é uma ferramenta de comunicação estratégica interessante para divulgar todos os princípios.

O treinamento e a comunicação darão autonomia para os funcionários, garantindo que eles saibam da sua importância e das responsabilidades dentro da empresa, além de criar um senso de pertencimento.

Outra ação que vale a pena considerar é a mitigação de riscos, se adiantar a possíveis problemas. Um plano de mitigação de riscos tem como base minimizar o impacto e a probabilidade de ameaças em um projeto. Um comitê de prevenção de riscos é uma saída para se antecipar a esses quesitos.

E como ele funciona? Basicamente por meio de levantamento de dados que irão conceder uma análise ampla, e assim, definir a estratégia mais assertiva com menor chance de riscos.

Separamos em tópicos quais estratégias devem ser adotadas:

  • Determinar as categorias e graus de risco;
  • Acompanhar os resultados com regularidade;
  • Montar estratégias do plano de mitigação;
  • Uso da tecnologia para levantamento e análise de dados.

Muitas vezes as empresas recorrem à terceirização, o ideal é ter uma parceria em conjunto para avaliar quais são as necessidades e os interesses no âmbito governamental. Uma consultoria pode ajudar a criar um plano de ação mais adequado para a organização, realizando levantamento sobre áreas específicas do interesse, determinando juntos as ações que serão desenvolvidas, além de providenciar uma aproximação pessoal e disponibilizar o material adequado para a melhor informação.

Principalmente para dar conta das atividades manuais, a terceirização é importante. Pois, quanto mais os gestores de Relações Institucionais focarem em ações estratégias, maiores são as chances de êxito.

Um ponto para prestar atenção é o engajamento dos gestores. O cenário não é nada previsível para um gestor de R.I são inúmeras variáveis , além de ter que lidar com a pressão por bons resultados. Em uma pesquisa realizada pelo Anuário Origem, engajar os funcionários sobre o papel e a importância da área de relações institucionais foi citado por 46,5% dos respondentes como um dos maiores desafios.

Antes de finalizar, listamos algumas competências que o profissional precisa ter para desempenhar a função:

  • Ter uma boa comunicação;
  • Perfil analítico e estrategista;
  • Conhecimento em Economia, Política, Marketing e Direito;
  • Se atualizar sobre os assuntos inerente à profissão;
  • Empatia e resiliência;
  • Ser ético e coerente.

Por dia, o Governo Federal regula e edita incontáveis normas, leis, portarias e instruções. Agora imagina se cada área da empresa fosse independente e tivesse que cuidar de todas as mudanças impostas? Por isso, o profissional que representa a instituição deve ser capacitado em todas as atividades citadas, para não comprometer os objetivos da empresa.

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