3 características para se tornar a empresa do sonho de gestores e jovens talentos

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Quer se tornar uma das melhores empresas para os profissionais trabalharem?

Esqueça aquele papo de companhia hierarquizada, com difícil acesso aos chefes e cada um no seu quadrado. É fato: o modelo organizacional do século passado não sobrevive mais aos tempos modernos.

Com a entrada definitiva dos millennials no mercado de trabalho, não há mais espaço para uma organização de estrutura vertical.

Cada vez mais, líderes e comandados sentam lado a lado, equipes tomam decisões juntas e responsabilidades são divididas.

 

Bem-vindo à era da colaboratividade!

 

Diante desse novo cenário, as empresas precisam ser mais ágeis para inovar, resolver problemas, ensinar e aprender. E isso só é possível quando a alta liderança e média gestão têm como foco o engajamento entre as pessoas. Uma equipe unida permite que os processos sejam multidisciplinares e colaborativos. Essa é a nova fórmula para o sucesso das empresas.

Por mais que estejamos inseridos dentro de um contexto de transformação tecnológica, automação, robótica e inteligência artificial, a gestão de pessoas continua sendo o maior dos desafios de uma companhia. As conclusões acima foram tiradas da 17ª edição da pesquisa Carreira dos Sonhos, elaborada pelo Grupo Cia de Talentos e pela NextView People.

Ao todo, foram entrevistados 87.161 profissionais, sendo 69.565 estudantes e recém-formados, 13.156 coordenadores e gerentes plenos e 4.440 gerentes sênior a presidentes.

Confira os principais resultados da pesquisa e faça com a sua empresa se torne o sonho de carreira dos jovens talentos.

 

  1. Líderes que se encaixam aos tempos atuais

Vamos começar quebrando um mito: o líder não é um super-herói capaz de solucionar, sozinho, todos os problemas do departamento.

Ele é um ser humano que, como qualquer outro, tem virtudes que precisam ser potencializadas e fraquezas que devem ser amenizadas. Para tanto, um líder deve caminhar junto à sua equipe e dar voz aos profissionais envolvidos. Ao fazer isso de maneira transparente, inevitavelmente ele adquire confiança e se torna uma referência para todos.

Portanto, são algumas práticas de liderança que constroem culturas de alta confiança:

  • Abertura;
  • Autonomia
  • Cuidado;
  • Desafios;
  • Desenvolvimento integral;
  • Reconhecimento;
  • Suporte;
  • Transparência.

Esse novo modo de agir vai exatamente de encontro com o pensamento da maioria dos profissionais:

  • 79% dos jovens; 83% da média gestão e 81% da alta liderança concordam que as empresas precisam trocar os modelos hierárquicos e pouco participativos.

Enfim, o conceito de liderança mudou. O líder é um agente de transformação, não mais aquela pessoa que prospera sozinha dentro do sistema.

 

 

  1. Adaptabilidade às mudanças culturais

As organizações estão se adaptando aos novos valores da sociedade. O exemplo mais claro disso é a substituição do modelo vertical para um mais horizontal, num contexto em que todos têm voz ativa.

Uma mudança tão radical quanto essa não acontece naturalmente. Afinal, é uma ruptura de uma estrutura secular, é preciso de tempo. Por incrível que pareça, os mais jovens são os que mais têm dificuldades para encarar essa transformação.

  • Realidade: 41% dos jovens gostam de fazer parte dessa transformação, mas o tema gera ansiedade.
  • Risco: a ansiedade destrói a autoconfiança e a vontade de inovar. E esse é o grande problema do século XXI. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão será a principal causa de afastamento do trabalho no mundo até 2020.

 

  • Realidade: 34% da média gestão afirma que a cultura da empresa não permite a promoção de mudanças significativas.
  • Risco: as empresas que não abraçarem essa transformação estão sujeitas ao fracasso.

 

  • Realidade: 45% da alta liderança garante que está conduzindo essa transformação da melhor maneira possível.
  • Risco: por outro lado, boa parte (29%) ainda tem receio de conduzir a mudança.

 

  1. Organizações mais inclusivas 

Empoderamento feminino. Representatividade das minorias. Causa LGBT. Diariamente, você se depara com essas questões sociais em tudo quanto é canto: nas redes sociais, na televisão, nos jornais e… nas propagandas de muitas empresas.

E não é por menos.

De acordo com pesquisa da consultoria Edelman Earned Brand, 56% dos brasileiros consomem ou boicotam marcas com base no posicionamento delas em relação a esses temas.

 

Mas não basta falar, é preciso fazer!

 

Na prática, isso significa que as empresas precisam diversificar seu ambiente corporativo, com a inclusão de raça, gênero, orientação sexual e pessoas com deficiência (PCDs). Até mesmo porque as empresas têm uma responsabilidade social muito grande. Sim, já se foi o tempo em que a única preocupação de uma organização era o lucro.

E engana-se quem pensa que reforçar a diversidade no mundo corporativo serve apenas para se enquadrar no discurso bonito. Essa iniciativa também traz benefícios práticos à própria empresa.

Dentro de uma dinâmica colaborativa, cada profissional leva sua visão de mundo e experiência de vida para os projetos.

Como consequência, a empresa consegue antecipar mudanças, analisar diferentes vertentes de um mesmo problema e, de quebra, se torna mais inovadora nas soluções.

Talvez, a construção de um ambiente mais inclusivo seja um dos maiores desafios das empresas. Isso porque ela exige compromisso de líderes e sêniores.

No entanto, apenas 14% da média gestão e 10% da alta liderança têm essa pauta como prioridade.

 

Ranking das melhores empresas

Por fim, a pesquisa listou as empresas dos sonhos de jovens, sêniores e líderes.

Entre os principais motivos para suas escolhas, os entrevistados destacaram o desenvolvimento; a capacidade de fazer o que gosta; a inovação; o impacto positivo e o segmento de atuação.

 

A sua empresa está pronta para a era da colaboratividade?

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